Se o seu sono piorou nos últimos anos, especialmente depois dos 40, este post é para si!
A perimenopausa ou transição hormonal é uma fase em que a progesterona e os estrogénios começam a diminuir e flutuar, e isso afeta diretamente a qualidade do seu descanso. Muitas mulheres sentem insónias, despertares noturnos e até ondas de calor que tornam as noites mais difíceis.
Neste post, vai entender como as hormonas influenciam o seu sono, por que algumas mulheres sofrem mais do que outras e quais as opções – naturais ou terapêuticas – que podem ajuda-la a recuperar noites tranquilas e restauradoras.
O que vai aprender com este post:
✔ Como a queda da progesterona e dos estrogénios afetam o sono na perimenopausa e menopausa.
✔ Por que a velocidade da alteração hormonal influencia os sintomas, incluindo insónias e calorões.
A associação entre hormonas reprodutivas e sono é mais forte a partir da perimenopausa.
A progesterona endógena (produzida pelo corpo) está associada positivamente ao sono em mulheres em todas as fases da vida e quando esta hormona começa a diminuir, os sintomas aparecem. A descida da progesterona ocorre na fase inicial da perimenopausa (mais perto dos 40) e a descida do estrogénio na fase mais próxima da menopausa (mais perto dos 50).
Ambas as hormonas podem prejudicar o sono da mulher, e também pode acontecer que a flutuação hormonal, no seu caso pessoal, aconteça fora deste intervalo de idades, esta é apenas a referência para a maioria, o melhor é mesmo estar atenta aos sinais e não se guiar pela idade.
Os problemas de sono são muito associados à taxa de alteração do estradiol (um dos tipos de estrogénio), mas também à variação da progesterona, sendo que, quanto maior é a flutuação das hormonas, mais acentuados são os sintomas. Próximo da menopausa, os sintomas vasomotores (calorões) e os diferentes perfis de insónia tornam-se mais acentuados.
Os estudos mostram que, mulheres que fazem terapia de reposição hormonal combinada, ou as que fazem uso de terapêutica natural para modular o sono, ambas apresentam melhoras significativas. A opção do tratamento tem de ser avaliada por si e pelo seu médico e ponderados os prós e os contras. Existem muitas opções, de certeza que uma irá ser boa para si!
Um abraço,
Sofia Moradas
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